A experiência do olhar

A Scheyla é uma mistura de doçura, calmaria e força. Ela tem o olhar mais observador que eu conheço e sabe como ninguém as palavras certas para descrever primeiras intenções ou segundas impressões. Esse, aliás, seria um trocadilho que facilmente ela faria em uma conversa de boteco, embaixo de um pé de jabuticaba ou esperando o ônibus. A parceria certa para o trabalho da faculdade, para uma viagem a Buenos Aires ou mesmo ali em Pinhão.

É ela quem está sempre dizendo que as coisas sempre se ajeitam e, se não se ajeitarem, a gente vai vivendo mesmo assim. A Scheylinha é daquele tipo que capricha quando te convida para tomar um café: prepara a toalha mais bonita, o prato mais decorado e o chá mais aromático que já provou. Sim, ela prefere chá a café, gosta de estampa em tecidos, filmes e pessoas distintas.

Apenas a Scheyla, além da minha mãe, conheceram todos os cantos que já morei nesses dez anos que nos separam dos 18. Deve ter sido com ela que eu aprendi que luxo mesmo é se perder no metrô, prestar atenção em janelas e provar todos os sabores do mundo. É com ela que eu gosto de dividir as ideias, as angústias, a caneta, o papel, a vida.

Quem é ela? Scheyla Horst, 28 anos.

Onde mora? Guarapuava (PR).

Profissão? Jornalista.

 

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